Sicoob Sertão

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Dúvidas todo mundo tem e, muitas vezes, são as mesmas. Por isso, tão importante quanto as perguntas, dividir as respostas com vocês é ainda mais essencial para que nossa instituição cresça junto!

Confira:

1) O que é o Sicoob?

O Sicoob é uma instituição financeira cooperativa que oferece uma linha completa de produtos e serviços de natureza bancária a condições competitivas e compartilha os resultados financeiros com seus donos – os cooperados.

2) Como eu encontro o Sicoob?

No link: http://www.sicoob.com.br/pesquisa-cooperativa você encontra o Sicoob mais próximo de você.

3) Quem pode abrir uma conta no Sicoob?

Qualquer pessoa (física ou jurídica) pode ter uma conta no Sicoob.

4) Quais produtos e serviço são oferecidos pelo Sicoob?

Conta corrente, empréstimos, investimentos, cartões, previdência, poupança, consórcios, seguros, cobrança, adquirência (maquininha de pagamento), dentre outras soluções financeiras.

5) Como faço para me associar?

Para se associar, é preciso fazer a integralização das cotas para se tornar cooperado e ter acesso aos produtos e serviços financeiros do Sicoob. O valor e a forma de pagamento dessa cota de integralização variam de cooperativa para cooperativa. Os documentos são os mesmos que você usaria para abrir uma conta corrente em uma instituição bancária. Para pessoa física: documento de identidade, CPF, comprovante de residência (faturas de água, luz, telefone fixo, IPTU ou contrato de locação de imóveis) e comprovante de renda. Para pessoa jurídica: Contrato social/alterações CNPJ/MF e inscrição estadual e documentos dos procuradores.

6) Quais as principais vantagens do Sicoob?

Taxas de empréstimos mais competitivas;
Tarifas de serviços menores;
Melhor remuneração dos investimentos;
Participação do cooperado nos resultados financeiros;
Atendimento personalizado;
Decisões democráticas;
Investimento nas comunidades;
Envolvimento direto com projetos sociais nas comunidades;
O Sicoob está presente em todo o Brasil.

7) Quais são os Canais de Atendimento disponíveis no Sicoob?

A rede de atendimento do Sicoob conta com mais de 2,5 mil pontos de atendimento em todo País, 3.068 Terminais de Autoatendimento, 19 mil ATMs da Rede 24h e 880 correspondentes, além de outros canais alternativos de autoatendimento como o Internet Banking, Mobile Banking, TV Banking e redes sociais (Facebook).

8) Como funciona a dinâmica de negócio de uma cooperativa?

Em uma cooperativa, o correntista não é apenas um cliente - é chamado de cooperado porque também é dono do empreendimento. Por isso, ele tem acesso a produtos e serviços financeiros com juros e tarifas menores, além de receber um tratamento personalizado.

A partir do momento que é feita a integralização das cotas e aberta uma conta, a pessoa torna-se associada da cooperativa (sócia), mas também usuário porque utiliza os produtos e serviços oferecidos.

A cooperativa é dirigida por dirigentes eleitos pelos cooperados, contribui para o desenvolvimento local por meio da retenção e aplicação dos recursos de poupança e renda no próprio município, além de promover a divisão dos resultados financeiros ao final do exercício. Além disso, os cooperados participam das decisões da cooperativa nas assembleias e podem ser eleitos para exercer a função de gestor administrativo na instituição.

9) É exigido um depósito inicial? Ele é investido? Ele rende para o cooperado?

Sim. É exigida a integralização das cotas para se tornar cooperado e ter acesso aos produtos e serviços financeiros. A cota capital é o valor, em moeda corrente, que cada pessoa deposita ao ingressar na cooperativa, tornando-se cooperada.

O valor integralizado pelo cooperado é depositado em uma conta em seu nome, denominada conta capital. A conta capital é importante para a sustentabilidade da cooperativa, não podendo ser movimentada como uma conta corrente comum. Seus aportes, bem como as condições de saque, estão estabelecidos no Estatuto Social.

O valor e a forma de pagamento dessa cota variam de cooperativa para cooperativa e pode ser resgatado o quando cooperado se desliga da cooperativa, conforme estatuto.

10) Como funciona a remuneração do capital social dos cooperados?

A remuneração ao capital representa um dos diferenciais competitivos da cooperativa. Os resultados financeiros que, nas instituições financeiras convencionais, vão direto para os acionistas, nas cooperativas é compartilhado com os cooperados.

O Capital Social é parte do patrimônio de uma cooperativa financeira e é composto pelo somatório de todas as quotas-partes dos cooperados. A quota-parte é uma quantia em dinheiro que os cooperados depositam no momento em que entram na instituição. Este recurso é o que confere solidez à cooperativa.

Para a cooperativa, o Capital Social confere um fortalecimento do patrimônio líquido e a expansão da instituição. É uma fonte de recurso que possibilita aos cooperados obterem linhas de crédito com prazos maiores de pagamento e juros mais atrativos. Além disso, representa estabilidade financeira e segurança.

11) Quais são as garantias/seguranças que o cooperado conta por pertencer ao Sicoob?

Assim como nas instituições financeiras convencionais que contam com o Fundo Garantidor de Crédito, o investimento no Sicoob é garantido, até o limite de R$ 250 mil pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop). O Sicoob atua com forte proximidade ao cooperado, em um modelo sustentável que garante o crescimento acima da média nacional e um nível de satisfação elevado por parte dos cooperados.

12) As instituições financeiras cooperativas cobram tarifa bancária?

A política de cobrança de tarifas varia de acordo com o estatuto de cada cooperativa, podendo ser cobrada ou não. No entanto, nas instituições onde há a cobrança, os valores são inferiores aos pacotes oferecidos pelo mercado.


Adaptar-se às novas tecnologias é uma necessidade para empresas de praticamente todos os setores econômicos. Não é diferente para as cooperativas de crédito. Seguindo o exemplo das fintechs (financeiras tecnológicas), que ganham espaço no mercado com soluções quase que exclusivamente digitais, muitas cooperativas estão adaptando seus modelos de negócio para atender um público que preza por agilidade nas negociações e facilidade no atendimento.

“O mundo está num processo intenso e acelerado de transformação das formas de relacionamento das pessoas com os negócios. E as cooperativas estão inseridas nisso. O desafio é encontrar a harmonia entre o novo e a manutenção da identidade do cooperativismo”, avalia Harold Espínola, chefe do Departamento de Supervisão de Cooperativas e de Instituições Não Bancárias (Desuc).

O cenário para o qual as cooperativas começam a se voltar, segundo Renato Nobile, superintendente do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), considera consumidores mais conscientes – para quem mais vale ter acesso a um produto do que ser o dono do produto em si – voltados à economia colaborativa.

“Percebemos que era necessário equilibrar o modelo de negócio em um tripé: prestar serviços, que é a essência das cooperativas; fomentar mercados; e assumir o papel de provedor de plataformas tecnológicas”, conta.

“Com isso, as cooperativas conseguirão enfrentar os players dos mercados em que vierem a atuar, seja o de serviços financeiros ou o agrícola, o de saúde, o de habitação”, afirmou, durante evento realizado no BC, em Brasília, que discutiu as transformações no setor cooperativista e as inovações no segmento.

O sistema financeiro cooperativo Sicoob,  por exemplo, está desenvolvendo aplicativos focados na abertura totalmente digital de contas, além de abrigar mais de 40 fintechs em um espaço de aceleração criado dentro da empresa. A ideia é que, futuramente, existam cooperativas completamente digitais incorporadas ao Sicoob. 

“Se compararmos a regulação desse segmento digital no Brasil e no resto do mundo, estamos numa posição privilegiada. Já foram regulamentadas instituições de pagamento. O mercado de meios eletrônicos de pagamentos está sendo mais bem regulamentado. E isso é fundamental para a digitalização dos serviços financeiros”, avalia Marco Aurélio Almada, diretor-presidente do Bancoob (Banco Cooperativo do Brasil, que atende apenas cooperativas). 

Cidmar Stoffel, diretor-executivo de Produtos e Negócios do Sicred (Sistema de Crédito Cooperativo), também acredita que as oportunidades para o cooperativismo no Brasil exigem das cooperativas adaptação à economia colaborativa. A instituição está formatando plataforma digital que promova o engajamento a partir de comunidades e programas de fidelidade. 

Raio-X do cooperativismo brasileiro
A participação das cooperativas de crédito no Sistema Financeiro Nacional é de 3%, ultrapassando 15% de market share do segmento em alguns estados. São 1.041 cooperativas, com 5.722 pontos de atendimento, de acordo com levantamento do BC realizado em dezembro de 2016. Segundo dados da OCB, ao final do ano passado eram mais de 9 milhões de cooperados, com ativos de R$221 bilhões, depósitos de R$103 bilhões, empréstimos de R$81 bilhões e um patrimônio de R$36 bilhões. 


O crescimento de 4,7% nas adesões aos consórcios, registrado no primeiro trimestre do ano sobre igual intervalo de 2016, aponta que o brasileiro está mais atento à gestão de suas finanças pessoais. Para conhecer ainda mais os participantes do Sistema de Consórcios, a Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios) realizou um estudo junto a 1.405 consorciados e potenciais contratantes em oito cidades brasileiras, entre elas São Paulo, com parceria da consultoria Quorum Brasil.

O objetivo foi descobrir as razões que os levaram a investir e optar por adquirir bens ou contratar serviços pela modalidade. s resultados obtidos com os entrevistados, sendo 1,1 mil consorciados ativos e 305 potenciais participantes da modalidade, revelaram que 65% dos participantes consultados são do sexo masculino..

Do total, 60% estão acima dos 40 anos, sendo que sua maioria (69%) é casada. Entre os que têm filhos menores de 19 anos, há 44%. No perfil da amostra, parcela significativa (84%) pertence às classes sociais C (46%) e D (38%), cuja renda familiar varia de 2 a 10 salários mínimos, dentro do critério do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Perfil revela faixa etária dos participantes

Um dos pontos relevantes apontados na pesquisa foi a relação das faixas etárias existentes na população brasileira e aquelas predominantes no Sistema de Consórcios.

Do universo existente, há 44% da população na faixa dos 40 aos 65 anos e, destes, 60% participam dos consórcios, revelando o principal perfil do consorciado com mais de 40 anos. Os demais 56% da população estão no intervalo mais jovem, dos 18 a 39 anos, e agrupam os outros 40% da modalidade.

Migração nas classes sociais

Com a crise econômica dos últimos anos, as classes sociais C e D foram as mais afetadas, devido a migração de outras classes. A exemplo do que vem acontecendo em quase todos os segmentos da economia, também os consórcios constataram essa mudança.

Uma das situações apontadas no levantamento foi a concentração da renda familiar com 19% das famílias nas classes A e B reunindo 63% da renda, tornando maior a procura na conquista desses clientes. Em 2017 essa questão deverá perdurar no mercado brasileiro.

Base para avaliação

Os entrevistados na pesquisa se dividiram em 26% de consorciados em automóveis, 23% em imóveis, 20% em motocicletas, 11% em serviços, 10% em eletroeletrônicos, 7% em caminhões e 3% em máquinas agrícolas, sendo 77% de participantes com mais de 12 meses de tempo de consorciado.

Planejamento do futuro

As adesões às cotas de consórcio têm apresentado significativo crescimento entre os que, considerando a essência da educação financeira, planejam o futuro por meio da modalidade e assumem compromissos dentro de suas capacidades financeiras.

O aumento de 15 pontos percentuais no volume de consumidores que planejaram a adesão ao consórcio é a confirmação de que os interessados vêm programando suas finanças, pensando nos próximos anos. No registro, o salto de 67% (2016) para 82% (2017) ratifica a mudança positiva e responsável de comportamento na gestão de consumo.

A internet tem sido uma das aliadas daqueles que buscam informações sobre o funcionamento do Sistema. O celular tem sido o mais usado com 52%, seguido pelo notebook/PC com 46% e pelo tablet com 2%. Nos jovens de até 29 anos, os acessos pelo celular chegam a 76%, reduzindo-se gradualmente nas demais faixas etárias.

As redes sociais têm tido papel importante na informação, formação de opinião e indução ao consumo. Entre os consorciados pesquisados, observou-se forte influência sobre as marcas e sobre aquisição, formuladas em duas questões.

Na primeira resposta, quase dois terços (63%) opinou sobre o alcance das redes sociais na decisão da identificação da administradora, enquanto na segunda, 69% apontaram o grau de convencimento sobre a não recomendação de uma marca.

Critérios de escolha

Para aquisição da cota, os consorciados questionados apontaram as principais razões para escolha do mecanismo com objetivo de adquirir bens ou contratar serviços.

O principal atrativo foi o valor da parcela, com 38,3%, evidenciando a preocupação do consumidor com a adequação da responsabilidade de pagamento com o orçamento mensal. Na sequência, foram apontadas a garantia da entrega do bem com 12,6%, facilidade de retirar o bem com 11,2% e boa imagem da marca com 9,6%. A taxa de administração ou custo do consórcio ficou em último com 5,7%, demonstrando que é, efetivamente baixa, e não se trata de item decisivo para a adesão.

Bom negócio, bom investimento

Ao serem questionados se fizeram bom negócio ao comprar um consórcio, 64% dos entrevistados disseram ter certeza que sim. Em outros 26% houve a menção “em dúvida”, formados basicamente por não contemplados.

Quando perguntados sobre “o que vem à cabeça quando ouvem a palavra consórcio”, 78% dos consorciados ativos citaram-no como um bom investimento. Há um ano, representava 66%, uma diferença positiva de 12 pontos percentuais.

Em outra questão, este mecanismo de autofinanciamento consagrado no país há 55 anos foi mencionado como meio de aquisição de um bem por 46% e investimento por 54%, tornando a imagem de consumidor planejador mais significativa e forte. Na pesquisa anterior, feita em 2016, os resultados mostravam 40% pensando em meio de aquisição e 60% em investimento.

Satisfação que gera recomendação e nova adesão

Considerados os diversos tipos de produtos disponibilizados no Sistema de Consórcios, a média geral de satisfação do último ano para o atual evoluiu. Enquanto em 2016 era de 8,10 pontos sobre 10, em 2017 atingiu 8,21, com acréscimo de 0,11 ponto.

Fundamentados nessa evolução, os consorciados referenciaram ainda as recompras por marca e pelo produto, bem como uma nova adesão. Segmento por segmento, de 79% a 87%, os entrevistados informaram que recomendariam a marca, representada pela administradora de consórcio, em seus diversos tipos de bens ou serviços. De 81% a 89%, recomendariam o mecanismo para adquirir os bens ou contratar serviços. Por último, de 52% a 65% manifestaram intenção de comprar novas cotas.

Nos 305 potenciais consorciados ouvidos, entre os que apontaram consórcio como investimento, houve crescimento de 48%, em 2016, para 61%, neste ano. Na opção “meio para adquirir um bem”, houve redução de 52% para 39%.

Ao responderem outra pergunta relacionada, consórcio foi mencionado como bom investimento por 57% (2017), dois pontos acima do registrado no ano passado.

A exemplo daqueles que já participam dos grupos de consórcios, também os potenciais consorciados indicaram o valor da parcela em primeiro lugar com 27% quando da eventual escolha em futura adesão. Logo após, vieram a garantia da entrega do bem com 16,9%, boa imagem da marca com 14,7% e facilidade de retirar o bem com 12,8%. Os potenciais também repetiram o último lugar para a taxa de administração ou custo do consórcio, com 5,1%.

Mulheres registram comportamento exclusivo

Na análise feita este ano, os dados da Quorum destacaram comportamentos exclusivos da mulher como, por exemplo, serem mais poupadoras que os homens e investirem a longo prazo. Nos consórcios, representam um universo de 35%.

Elas vivem mais e por acreditarem no futuro, buscam estudar bastante e em número maior que os homens.

Por serem responsáveis financeiramente por 32% dos lares brasileiros, gostam de coisas simples, claras e têm aversão ao risco. Devido às suas características empreendedoras, adoram montar negócios em casa. Além disso, ao assumirem compromissos, são mais pontuais e igualmente comprometidas com as marcas.

Pesquisa confirma consórcio como opção

“Ao analisar a pesquisa, observa-se que os resultados confirmam um perfil de consorciado em mutação. Estudos mostram, por exemplo, a capacidade de planejar e uma maturidade crescente para lidar com finanças pessoais, tanto de homens como de mulheres, nas mais diversas classes sociais, independente de idade ou nível de educação.

Mantiveram-se os sonhos da aquisição da casa própria, do carro zero e de outros bens ou serviços que possibilitem qualidade de vida”, explica Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da Abac. “Contudo, o consórcio, uma criação brasileira com 55 anos de história, é ainda a melhor alternativa para a concretização de objetivos de consumo, de formação ou ampliação de patrimônios pessoal, familiar ou empresarial e de boa opção para aposentadoria”, completa.

O crescimento do Sistema de Consórcios nos últimos anos, mesmo vivenciando crise econômica, tem revelado consumidores mais prudentes e equilibrados, atentos e conscientes quanto a essência da educação financeira. “Pode-se concluir que eles vêm gerenciando melhor suas finanças pessoais, substituindo a compra por impulso e o imediatismo do consumo pelo planejamento financeiro, utilizando gradativamente mais a internet e redes sociais para programar o futuro”, complementa Rossi.

As pesquisas, realizadas pela ABAC têm proporcionado às administradoras de consórcios a atualização de suas estratégias, com implementação de novas ações e formatos em grupos que atendam à demanda de consumidores, aproveitando as oportunidades geradas. Ao vislumbrarem o “bônus demográfico“, com auge previsto para 2030, deverão utilizar criatividade e meios de comunicação diferenciados para atingirem o mercado consumidor de maneira objetiva, com fortalecimento do consumo consciente e responsável.
Fazer as movimentações bancárias pelo celular, tablet ou mesmo computador não é mais um privilégio concedido a algumas pessoas. Na verdade um estudo divulgado pela FEBRABAN – Federação Brasileira dos Bancos mostrou que os aplicativos das instituições financeiras registraram mais transações que qualquer outro método disponível atualmente.

Aos poucos, os smartphones revolucionam a forma como as pessoas se relacionam com o setor financeiro. Os dados mostram a tendência da sociedade atual, que preza por tempo, comodidade e praticidade. De acordo com levantamento apenas 1% do total de operações eram realizadas por meio dos dispositivos móveis até 2012 esse número saltou para 21% em 2015 e chegou a 34% em 2016.

Destaque entre os aplicativos do segmento, o Sicoobnet é visto como um dos mais fáceis de utilizar. OMobile Banking Sicoob foi eleito o melhor em sua categoria na 16º edição do Efinance devido a sua eficiência e soluções inovadoras.

Atualmente uma em cada três operações realizadas no sistema Sicoob é feita por meio do dispositivo móvel. O cooperado encontra no seu aparelho celular ou tablet os mesmos recursos disponíveis do internet banking e das agências, com mais de 100 possibilidades de transações que podem ser feitas de forma rápida e simples.
Além da localização de agências, caixas eletrônicos e correspondentes, com o aplicativo também é possível fazer a leitura automática de códigos de barras e QR Code; consultar saldos, extratos, fatura do cartão, realizar aplicações, TED’s, recarga de celular e muito mais.



O Sicoob Sertão registrou entre janeiro a maio de 2017 mais de 200 mil transações por meio do aplicativo e a expectativa é que esse número cresça significativamente uma vez que diversas ações de incentivo ao uso estão sendo desenvolvidas, entre elas uma redução drástica nas tarifas cobradas para transações feitas por meio de celulares e/ou tabletes.

O cooperado do Sicoob Sertão que realizar uma TED por meio do aplicativo terá uma tarifa 52% menor que pelo método convencional nas agências, isso equivale a menos da metade do valor cobrado. Enquanto que para Transferências entre Contas Sicoob o novo valor é 50% menor, ou seja, exatamente a metade tarifa cobrada na agência.

O APP está disponível para celulares e tablets e é compatível com as plataformas iOS, Android, Windows Phone, BlackBerry e Firefox OS.
O Sicoob Sertão vem recrutando talentos para a sua equipe e desta dessa vez anunciou a abertura de duas novas oportunidades. As vagas são para as cidades de Baixa Grande e Ipirá e os interessados tem somente até esta quinta-feira, 18, para enviarem currículo para o e-mail selecao@sicoobsertao.coop.br.
 
BAIXA GRANDE: 
A vaga ofertada para a cidade de Baixa Grande é para o cargo de Agente de Atendimento e é desejavel ter ensino superior completo ou cursando a partir do 5º semestre em Administração, Ciências Contábeis ou Economia. A carga horária é de 40 horas semanais. 
 
IPIRÁ: 
Já para a cidade de Ipirá está sendo ofertada uma vaga de Estágio e para participar da seleção os interessados deverão está cursando do 2º ao 6º semestre em Administração, Ciências Contábeis ou Economia. A carga horária é de 06 horas/dia. 
 
Para obter mais informações os interessados poderão entrar em contato por meio do telefone 75 3693-2280.
 

Foi realizado durante toda manhã de domingo (23), na cidade de Pintadas, localizada no território da Bacia do Jacuípe, a Assembleia Geral Ordinária de prestação de contas da Cooperativa de Livre Admissão Credito do Sertão Baiano - Sicoob Sertão, que contou com a presença de aproximadamente 200 cooperados. O evento aconteceu no Centro Cultural e Esportivo Pe. Ricardo e reuniu, além dos cooperados, líderes dos movimentos de cooperativas e políticos representantes dos municípios onde funcionam agencias do Sicoob Sertão.


O presidente da Cooperativa Milton Aparecido Pessoa Ramos, enalteceu em sua fala as ações e o crescimento do Sicoob nesses 19 anos, cujos resultados positivos foram sentidos pelos cooperados, e o resultado disso é a presença do Sicoob Sertão em onze municípios.

O Siccob Sertão, tem hoje mais de 28 mil cooperados, nas cidades de Pintadas, Capela do Alto Alegre, Ipirá, Pé de Serra, Várzea da Roça, Baixa Grande, Piritiba, Ruy Barbosa, Utinga, Boa Vista do Tupim e Itaberaba. Durante a Assembleia as contas foram apresentadas detalhadamente, passo a passo, os delegados tiveram a oportunidade realizarem esclarecimentos sobre diversos temas.


Os delegados presente aprovaram as contas da cooperativa por unanimidade, o final da assembleia foi marcada pelo momento mais esperado do dia, o sorteio de 11 poupanças de 1.000 reais cada uma e  uma Fiat Toro 0km.

Confira a lista de ganhadores:




Ouvidoria: 0800-725-0996
Atendimento Seg. a Sex. - 8h às 20h
www.ouvidoriasicoob.com.br
Deficientes auditivos ou de fala - 0800 940 0458
Canal de comunicação de indícios de ilicitude
Telefax: (75) 3693-2280
sicoobsertao@sicoobsertao.coop.br
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